Curta a vida a vida é curta ;*

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Te amo, menina dos meus olhos brilhantes *o*


Ninguém pode saber

Não pode o nosso amor ser descoberto

Enquanto o condenarem. Ninguém pode

Saber dessa paixão que, em mim, explode

E procuro conter, mas não é certo.

Preso o desejo junto ao peito aberto,

Já começo a tremer. Ninguém acode

Pois não pode saber o que sacode

Todo o meu corpo, quando estás por perto.

Como posso manter despercebido

Sentimento tão grande que, no fundo,

Eu queria mostrar prá todo mundo?

Ou desistir do beijo, proibido

Se, dentro do meu ser, cada sentido

Pretende te sentir, cada segundo?


Bernardo Trancoso


Alguém soletra? teamoenaovoutedeixarnunca!

quarta-feira, 31 de outubro de 2007


[Nas mãos que, em divinal delicadeza,
Esfregas no meu corpo, sem censura,
Teu coração transfere-me a certeza
De que viver é mais que uma aventura.]
Deixa eu gritar o soneto? EU TE AMO!

segunda-feira, 29 de outubro de 2007




Com ple ta mente apai xo nada!
Alguém no mundo soletra: Tha line; S2 (euteamo!)

domingo, 7 de outubro de 2007

o começo de muitos

I

Você foi feita de amor?

Quero-a pra mim;

Magneticamente o sentimento cresce

E domina e me enfurece

E me traz, ora ali , ora aqui

E me leva, pra lá sobrevoando

Milhões de sensações,apenas

II
Pensava então: “Ah, quem estaria disposta?” ·

Já sabendo da resposta
Amor se sente, e não há nada a fazer

Fugir ou esquivar-se

Prefiro te abraçar e perder o combate

III

Segunda, o encontro, entre pingos e poças

O pingo nos batizou

Sob mim pingos de amor

e sob você ...(o que tu sente?)

Pesando o peso das palavras, exclamo, amor; contarei:
“Na madrugada, em voz alta, eu penso (T)
Logo, silencio as palavras, até o teto, consigo? (T)
Interpenetro, da cova ao feto, desisto (Ah! T. T e T);
Exclamo:” O que é será de mim sem T?”“.

Só descontentamento.

IV

Fim inverno

Porque em setembro, a vi, apaixonei-me
E seus olhos, luzes brilhantes; havia um dia de primavera
claro como os da minha infância. E em meus olhos havia cintilantes cupidos

A alegria me completou.

V

Ah, que beijo suave o seu;
Guiou em mim, para mim e dentro de mim

E guiou-me fora de mim também

Guiou-me para a constelação lunar

Captei a luz da via-láctea no campo estrelar.

Guiou-me para o monte Himalaia (Frio), coberta de panos de algodão

Confeccionadas por você de coração

Guiou-me para o finito azul do mar,

E perolas de cor vermelha consegui encontrar

Guiou-me através do deserto, para as pirâmides egípcias

E te trouxe a jóia que sempre querias

E voltei, fiquei perturbada

Porque no futuro vi, que meu passado não era nada.

(desde o dia que te beijei)


VI

Não consigo parar de te olhar,

Nem se me obrigassem. Não quero.

Nem se me dessem as melhores riquezas do mundo. Não quero

Nem se me sujeitassem a todas as torturas cruéis .Não quero

Nem se me prendessem nas celas de uma prisão (tragaria uma foto sua).

Não consigo, parar de te olhar nem que seja por um milésimo de segundos.

Só se não quisesse...

VII

Nenhuma flor (nem da rosa, coitada!) é melhor que a inalada de você.

VIII

O único momento que não gosto de você. É quando está longe de mim.

IX

De-me um motivo para esquecê-la, só um que impedisse que não a queira.

Ou uma mania que eu odeie, (não existe)

Algo que me diz, e me mágoa ,

Ou um atraso (falso que seja).

Ou a ironia que se refere de mim para suas amigas,

Ou uma futura traição (ou do passado que seja),

Qualquer motivo néscio para esquecê-la.

domingo, 16 de setembro de 2007


Canto, porém canto. Porque de canto a fome sacia.

Vou dizer o quanto. Não espante o espanto. Canto sem porquê.

Canto só por passar o tempo, por encanto, mesmo

Porque quem canta seus mares espantam

Quando canto, no entanto, o pranto ida se vê.Canto por alegria.

Não por tanto tempo,

Eu canto o desencanto e ninguém vê

Que esperando o amor eu canto outro canto,

Enquanto o canto não me traz você.


Alguém sonetando?

sábado, 15 de setembro de 2007


O fato de rir e não estar contente
fome que devora, mais não sacia
A sede que me queima e esta agonia
De não saber, o que me completa, nessa vida


O martírio de estar contida e livre pra fugir

A alma que, de grande, um dia vai ter fim

O ter que sendo ausente, dissimula o presente

Mas ser perfeita, ó Deus, como poderei ser


S ó le trando

terça-feira, 4 de setembro de 2007

A cura




A dor é minha, gritar não adianta.
E quando estou sozinha; a dor é tanta.
A dor é minha, ela se definha
Fica contida, calada, presa na garganta.

Se conto, se espantam;
Não querem me ouvir.
O meu corpo canta,
Qu'ele vai sucumbir.

Não mais choro, nem grito a minha fuga
Não canto, nem calo minha tristeza
Tranquilizo, assim, um pouco meu coração
que progressivamente é levado a frieza

Alguém vivo soneta: Pa pan ic ol aou ;(