quarta-feira, 31 de outubro de 2007
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
domingo, 7 de outubro de 2007
o começo de muitos
I
Você foi feita de amor?
Quero-a pra mim;
Magneticamente o sentimento cresce
E domina e me enfurece
E me traz, ora ali , ora aqui
E me leva, pra lá sobrevoando
Milhões de sensações,apenas
II
Pensava então: “Ah, quem estaria disposta?” ·
Já sabendo da resposta
Amor se sente, e não há nada a fazer
Fugir ou esquivar-se
Prefiro te abraçar e perder o combate
III
Segunda, o encontro, entre pingos e poças
O pingo nos batizou
Sob mim pingos de amor
e sob você ...(o que tu sente?)
Pesando o peso das palavras, exclamo, amor; contarei:
“Na madrugada, em voz alta, eu penso (T)
Logo, silencio as palavras, até o teto, consigo? (T)
Interpenetro, da cova ao feto, desisto (Ah! T. T e T);
Exclamo:” O que é será de mim sem T?”“.
Só descontentamento.
IV
Fim inverno
Porque em setembro, a vi, apaixonei-me
E seus olhos, luzes brilhantes; havia um dia de primavera
claro como os da minha infância. E em meus olhos havia cintilantes cupidos
A alegria me completou.
V
Ah, que beijo suave o seu;
Guiou em mim, para mim e dentro de mim
E guiou-me fora de mim também
Guiou-me para a constelação lunar
Captei a luz da via-láctea no campo estrelar.
Guiou-me para o monte Himalaia (Frio), coberta de panos de algodão
Confeccionadas por você de coração
Guiou-me para o finito azul do mar,
E perolas de cor vermelha consegui encontrar
Guiou-me através do deserto, para as pirâmides egípcias
E te trouxe a jóia que sempre querias
E voltei, fiquei perturbada
Porque no futuro vi, que meu passado não era nada.
(desde o dia que te beijei)
VI
Não consigo parar de te olhar,
Nem se me obrigassem. Não quero.
Nem se me dessem as melhores riquezas do mundo. Não quero
Nem se me sujeitassem a todas as torturas cruéis .Não quero
Nem se me prendessem nas celas de uma prisão (tragaria uma foto sua).
Não consigo, parar de te olhar nem que seja por um milésimo de segundos.
Só se não quisesse...
VII
Nenhuma flor (nem da rosa, coitada!) é melhor que a inalada de você.
VIII
O único momento que não gosto de você. É quando está longe de mim.
IX
De-me um motivo para esquecê-la, só um que impedisse que não a queira.
Ou uma mania que eu odeie, (não existe)
Algo que me diz, e me mágoa ,
Ou um atraso (falso que seja).
Ou a ironia que se refere de mim para suas amigas,
Ou uma futura traição (ou do passado que seja),
Qualquer motivo néscio para esquecê-la.

